A ARTE DE SELECIONAR TALENTOS, com base em Valores, Competências e…

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Selecionar pessoas que possuem os valores e as competências “certas” para determinada posição em uma Organização é uma arte, acima de tudo, um trabalho em equipe.

A área mais importante em RH é o Recrutamento e Seleção – R&S, já que tudo começa na seleção; conforme disse Monica Santos, Diretora de RH do Google, em recente palestra no Campus São Paulo: Selecionar bem, é a coisa mais importante que Você faz!”.

Um processo seletivo rico e eficaz é aquele feito por várias “mãos”, com foco profissional e respeito aos candidatos, que participam de um processo de mão-dupla, onde precisam empregar seus talentos e gerar, ou exceder, os resultados esperados pela Organização, para serem felizes juntos, semelhante a um casamento.

O respeito pelos candidatos começa pela transparência no processo seletivo: informações detalhadas sobre a vaga, desafios do cargo, contato com o futuro Líder e, se possível, com os futuros pares, para que candidatos e “empresa” possam conhecer alguns Valores Essenciais um do outro.

“A simplicidade é o último grau de sofisticação” (Leonardo da Vinci).

Oferecer um copo de água ao candidato durante a entrevista parece um gesto simples, mas nem sempre é seguido pelos entrevistadores (conheci alguns…), cuja empatia é insuficiente quando esquecem que já estiveram naquela situação, onde a tensão pode pôr tudo a perder.

Não é à toa que cada vez mais Organizações estão cuidando de sua Employer BrandingMarca de Empregador, visando engajar os talentos e atrair novos, formando um time com diversidade de perfis, capaz de criar produtos e serviços diferenciados para os Clientes.

As Organizações preocupadas com sua Employer Branding, perceberam que a experiência pela qual o candidato é submetido durante o processo seletivo precisa ser prazerosa e consistente, infindáveis entrevistas e dinâmicas são inimigas do simples e do eficaz; aliás, “aquele” candidato muitas vezes é um atual ou futuro Cliente da própria Organização.

Durante as entrevistas ou dinâmica de grupo, cases reais do dia-a-dia devem permitir aos avaliadores que identifiquem nos candidatos os Valores e as Competências requeridas pelo cargo, especialmente as Humanas, por exemplo, a capacidade de aprender; já que as Competências Técnicas são mais facilmente apreendidas e desenvolvidas pelo time.

Cabe aos entrevistadores a consciência de que podem estar diante de um talento capaz de fazer diferença na Organização, inovando, aumentando a produtividade e agregando valor à marca, criando então um círculo virtuoso que atrairá mais e mais talentos e que, segundo pesquisas, querem associar a sua imagem à Organizações que dão “orgulho de pertencer“!

Portanto, é responsabilidade dos entrevistadores se despirem de qualquer pré-conceito e deixarem os candidatos à vontade, em um ambiente descontraído, onde possam ser desafiados e participarem do processo com espontaneidade. Só assim as “duas partes” poderão se conhecer melhor e saber se o “namoro” poderá evoluir para um “casamento feliz”.

Encerro este breve e prazeroso artigo parabenizando as Organizações que possuem cultura e profissionais que fazem da seleção de talentos uma arte, porque combinam dados, ciência e, acima de tudo, o raro talento e a sensibilidade para “selecionar outros talentos”.

Contate-nos e descubra como podemos ajudar a Redesenhar o seu Processo Seletivo, criando uma nova experiência para reduzir significativamente o turnover e aumentar, na mesma proporção, o número de novos talentos que agregarão valor à sua marca.


Sergio J. Pellegrino é Diretor da Valor Humano – Gente e Gestão, Consultoria em RH e Coaching e Parceiro Associado da Mestra Consultoria (www.mestraconsultoria.com.br)

contato@mestraconsutloria.com.br

sergio@valorhumanogg.com.br

Comentários (2)

Artigo maravilhoso, extremamente fundamental para uma ótima empresa. Parabéns,!

Obrigado pelo feedback Tania!
Abraço,
Sergio Pellegrino

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